segunda-feira, 22 de junho de 2015

Barreira de língua


Na maioria dos dias, gosto muito da minha minivan. Entretanto, quando o tapete parece imundo de farelos e itens diversos, minha afeição por ela diminui. Durante uma visita ao lava-jato, comecei a conversar com a mulher que estava enxugando a janela do meu carro. Logo percebi que ela quase não sabia inglês. Frustada com a barreira da língua, procurei palavras para compartilhar a verdade do amor de Deus. Sentindo-e profundamente inadequada, decidi voltar outro dia para lhe trazer uma cópia da versão em espanhol de um livro que eu havia escrito.

Minha experiência me fez pensar sobre como é frequente termos uma barreira de língua entre nós e Deus. Negatividade, dúvida e mexericos são apenas algumas das barreiras que prejudicam nossa comunicação com o Senhor.

Falar a mesma língua não só nos permite trocar ideias e informações, mas também revela nosso entendimento de uma cultura em particular. No reino de Deus o conceito é o mesmo. Não deveríamos dizer uma coisa e ser outra. Falamos a Sua língua? Ou queremos continuar falando a língua deste mundo enquanto ainda esperamos entender as coisas de Deus? Nossa linguagem revelará de onde somos.

Demonstrando o poder das palavras, Deus, através delas, trouxe o mundo à existência. Deus falou e o mundo começou a existir. Ele trata nossas palavras seriamente porque sabe que:
  • A Palavra de Deus é nossa arma de guerra. Há grande poder em Suas palavras! (1 Samuel 2,1; Salmo 149,6).
  • Nossas palavras revelam o que está em nossos corações. O que dizemos reflete que somos por dentro (Deuteronômio 30,14).
O amor de Deus por nós requer que nosso falar seja consistente com o que professamos crer. O que dizemos não é uma questão sem importância (Mateus 12,36). - Regina Franklin


Texto e adaptado retirado do livro Pão Diário 1ª edição:2012


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